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Delegados na Assembleia Geral das Nações Unidas celebram com um abraço após a eleição de Portugal para o Conselho de Segurança, num ambiente formal e de reconhecimento diplomático.
© REUTERS/David 'Dee' Delgado


Portugal conquistou um assento no Conselho de Segurança das Nações Unidas para os próximos dois anos de mandato, entre 2027 e 2028.

Portugal foi eleito para o Conselho de Segurança das Nações Unidas para o mandato de 2027-2028, regressando ao principal órgão da ONU responsável pela manutenção da paz e da segurança internacionais.

A eleição decorreu na Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque, onde Portugal conquistou um dos lugares reservados ao grupo da Europa Ocidental e Outros Estados. O país integrará o Conselho de Segurança a partir de 1 de janeiro de 2027, por um período de dois anos.

Composto por 15 membros, o Conselho de Segurança é o órgão mais poderoso das Nações Unidas, tendo competência para aprovar sanções internacionais, autorizar missões de paz e adotar medidas destinadas a responder a conflitos e ameaças à segurança mundial.

Esta será a quinta vez que Portugal ocupa um lugar de membro não permanente, depois dos mandatos em 1979-1980, 1997-1998, 2003-2004 e 2011-2012.

A candidatura portuguesa foi apresentada sob o lema "Prevenir conflitos, criar parcerias e proteger a paz", refletindo a aposta do país na diplomacia, no diálogo e no reforço do multilateralismo.

A eleição surge num contexto internacional particularmente desafiante, marcado por conflitos em várias regiões do mundo e por crescentes tensões geopolíticas. Durante os próximos dois anos, Portugal participará diretamente nas decisões sobre algumas das mais importantes questões de paz e segurança internacionais.

A eleição representa também um importante reconhecimento do papel da diplomacia portuguesa no panorama internacional e reforça a presença de Portugal nas principais instâncias de decisão das Nações Unidas.


 



 

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